Investir em Portugal

Investir em Portugal
A escolha certa no momento certo

Portugal

Portugal, 2015. A escolha certa no momento certo. Um país na Europa voltado para a América, com uma riquíssima Zona Económica Exclusiva e um sistema de ensino muito concorrido nas áreas da engenharia e produção. Portugal está, igualmente, de portas abertas para outros países do globo onde a Língua Portuguesa é o idioma oficial.

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Além disso, este pequeno Estado no sudoeste da Europa está, diz a OCDE, no 12º lugar na lista mundial de países com melhores infraestruturas de transportes. E além disso dá-se muito bem com tecnologias: com a Via Verde, que inventou, com a rede Multibanco, com a banda larga e com a fibra ótica.

grfcgrfSão indicadores que mostram como a crise, que chegou violentamente em 2011 e trouxe inspeção internacional consigo, parece estar cada vez mais distante. Nos últimos anos, o Governo e outras organizações têm-se empenhado em dotar o país e a população de melhores condi- ções de vida e trabalho, através da implementação de cerca de 500 medidas e reformas estruturais.

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E esse esforço parece já estar a dar frutos. As mudanças passaram por oferecer mais incentivos às empresas a nível financeiro, tecnológico e de recursos humanos.

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Através do IEFP, as companhias sediadas em Portugal podem contratar novos funcionários entre os 18 e os 30 anos em regime de estágio, por um período de nove meses, recebendo em troca uma bolsa mensal do Estado. O valor a receber depende do grau de instrução do trabalhador, o que funciona também como incentivo à prossecução de estudos superiores. As empresas estão também isentas de contribuir para a Segurança Social durante 36 meses, desde que assinem um contrato sem termo com jovens à procura do primeiro emprego ou com desempregados inscritos nos centros de emprego há mais de um ano.

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No caso destes últimos, a sua contratação pode valer à entidade empregadora um apoio anual de mais de 5 500 euros. As novas reformas também têm em consideração o talento de expatriados qualificados. Uma vez inseridos em atividades com alto valor acrescentado, em profissões científicas, artísticas ou técnicas, ou sendo membros de quadros superiores, os estrangeiros residentes em Portugal usufruem de uma taxa fixa de tributação de 20% durante 10 anos. Estas novas possibilidades oferecidas às empresas ajudam Portugal a continuar o seu caminho de recuperação económica. Segundo dados que a AICEP reuniu, as exporta- ções e o volume de investimento têm subido, ao mesmo tempo que o desemprego tem diminuído.

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A soma de todas estas variáveis resulta no crescimento económico do país, que já é uma realidade. Falamos de Portugal, aquele país à beira mar plantado que é hoje o 36º país mais competitivo do mundo e o estado-membro da União Europeia onde mais facilmente se criam empresas. Vale a pena arriscar. E, no momento de o fazer, os investidores usufruem do apoio fornecido pela AICEP. A agência tem pontes estabelecidas com países dos quatro maiores continentes do mundo, estando presente em todos os países que fazem parte da CPLP. O Presidente da AICEP, Miguel Frasquilho, deixa uma mensagem aos empresários: “Portugal está a caminhar para se tornar um dos paí- ses com um ambiente de negócios mais favorável do mundo”graf

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