CIMEIRA G20

Os dirigentes do G20 reunidos em Buenos Aires, adotaram uma declaração
que incide sobre o futuro do trabalho, a infraestrutura para o desenvolvimento,
um futuro alimentar sustentável e a igualdade de género.

Tendo sido o anfitrião, o presidente da Argentina, Mauricio Macri., representaram a UE na Cimeira, Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, e Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia.
A UE foi uma importante defensora do multilateralismo e do comércio internacional baseado em regras. Assinalou o 10.º aniversário da criação de um fórum internacional com vista a uma melhor coordenação das políticas económicas e financeiras em resposta à crise mundial de 2008.
A Cimeira constituiu também uma oportunidade para desenvolver uma agenda comercial positiva e confirmar o apoio político entre os dirigentes do G20 à reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) a fim de melhorar a sua eficiência e funcionamento.
“Atualmente, o sistema fica aquém dos seus objetivos e há margem para o melhorar. Por conseguinte, apoiamos a necessária reforma da OMC com vista a melhorar o seu funcionamento. Passaremos em revista os progressos na nossa próxima Cimeira.”
Declaração dos dirigentes do G20, Buenos Aires
Registaram os resultados do último relatório do PIAC antes da reunião da COP24 em dezembro de 2018. Os signatários do Acordo de Paris confirmaram o seu compromisso de o aplicar integralmente e os desafios mundiais figuraram também na ordem do dia. Os dirigentes deram especial atenção à luta contra as alterações climáticas.
Debateram ainda o desenvolvimento sustentável, incluindo a Agenda 2030 e objetivos de desenvolvimento sustentável. Os dirigentes reiteraram que continuarão a trabalhar conjuntamente no sentido de procurar uma solução consensual para responder aos impactos da digitalização da economia no sistema fiscal internacional, prevendo um relatório final até 2020. Os dirigentes do G20 condenaram o terrorismo em todas as suas formas e manifestações. Comprometeram-se a aplicar integralmente a declaração de Hamburgo dos dirigentes do G20 sobre a luta contra o terrorismo.

“Vamos acelerar os nossos esforços na luta contra o financiamento do terrorismo e da proliferação, e o branqueamento de capitais. Exortamos a indústria digital a trabalhar em conjunto para combater o aproveitamento da Internet e das redes sociais para finalidades terroristas.”

Registaram os resultados do último relatório do PIAC antes da reunião da COP24 em dezembro de 2018. Os signatários do Acordo de Paris confirmaram o seu compromisso de o aplicar integralmente e os desafios mundiais figuraram também na ordem do dia. Os dirigentes deram especial atenção à luta contra as alterações climáticas.
A Argentina exerce atualmente a Presidência do G20. O seu lema é “criar o consenso para um desenvolvimento justo e sustentável”, com quatro prioridades fundamentais: – o futuro do trabalho;
– a infraestrutura para o desenvolvimento; – a segurança alimentar; – a igualdade de género.

“O G20 reúne 19 países mais a UE. Os membros do G20 representam mais de 80% do produto interno bruto (PIB) mundial e quase dois terços da população mundial.
O G20 foi criado em 2008 em plena crise financeira mundial no intuito de reforçar a cooperação económica internacional. Desde então, os membros do G20 têm-se reunido anualmente para debater um vasto leque de questões relacionadas com a cooperação económica e financeira.
A União Europeia é um membro de pleno direito do G20, juntamente com quatro dos seus Estados-Membros: França, Alemanha, Itália e Reino Unido. Além disso, a Espanha é um convidado permanente do G20.
A UE tem o seu próprio assento na mesa do G20 uma vez que é uma das maiores áreas económicas do mundo com competências específicas nos domínios do comércio, da política económica e da regulamentação financeira, do desenvolvimento, da energia e das alterações climáticas.”

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